Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
9 de Julho de 2008 - 21h05 - Última modificação em 9 de Julho de 2008 - 21h05


Roraima detém a liderança no ranking nacional de desenvolvimento previdenciário

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - O Índice de Desenvolvimento Previdenciário (IDP), divulgado hoje (9) pelo Núcleo Atuarial de Previdência (NAP), revela que Roraima e Tocantins são os estados que apresentam o mais alto nível de desenvolvimento previdenciário no país.

Os dois estados têm IDP de 1 ponto. Na seqüência, aparecem o Amazonas (0,90), Rio Grande do Norte (0,85), Espírito Santo, Goiás e Pará (0,80).

O NAP é uma unidade da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O índice, medido pelo núcleo, confere pontuação ao nível de desenvolvimento dos regimes próprios de Previdência Social dos servidores públicos.

O IDP varia de zero ponto, que significa um sistema previdenciário em extrema dificuldade, a um ponto, que sinaliza uma gestão em nível de excelência e um sistema de Previdência Social equilibrado.

Roraima se mantém na liderança do ranking desde a primeira edição do IDP de 2005, enquanto o Amazonas, que ocupava em 2006 a segunda classificação, desceu para o 3º lugar.

Segundo o coordenador-geral do NAP, Benedito Passos, Roraima “representa um regime de Previdência jovem, um sistema que já começou fazendo as coisas certas desde o primeiro momento. E, mesmo com a mudança de governo, continuaram com a mesma seriedade na administração da Previdência”.

O Rio Grande do Norte subiu da 14ª posição, em 2006, para o 4º lugar no ranking de desenvolvimento previdenciário na avaliação mais recente.

Já Santa Catarina permaneceu na última posição, com o mais baixo IDP do país, equivalente a 0,15 ponto. De acordo com Passos, o sistema previdenciário próprio do estado passou por uma reforma este ano e o efeito da decisão só será percebido posteriormente.

O Rio de Janeiro também melhorou sua colocação em relação a 2006, ganhando duas posições, devido à transferência dos direitos creditórios de royalties do petróleo para o sistema de Previdência. O estado saiu da 11ª classificação para o 9º lugar, em 2007.

“O Rio de Janeiro rfetivou o processo de transferência de outros bens, direitos e ativos, melhorou a qualidade da informação, unificou os sistemas. Várias coisas estão fazendo com que o Rio de Janeiro esteja, agora, em uma situação melhor”, explicou o coordenador do estudo.

A pesquisa do NAP revelou que 14 estados estão com baixo nível previdenciário e cinco estão com nível médio. Minas Gerais não integrou a pesquisa porque só forneceu dados referentes ao sistema previdenciário dos servidores civis. Ficou faltando os dados da Previdência dos militares.





 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina