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Brasília - Informações
enviadas por 14 unidades do Serviço de Atendimento Móvel
de Urgência (Samu) ao Ministério da Saúde indicam
uma redução de 24% nas operações de
resgate desde a entrada em vigor da lei seca, que tornou mais
rigorosa as punições aos motoristas que dirigem depois
de consumir bebidas alcoólicas.
O Samu que opera em
Niterói, no Rio de Janeiro, registrou queda de 47% nos
resgates, região onde vivem 1,8 milhão de pessoas. No
Distrito Federal, com cerca de 2,5 milhões de habitantes, os
atendimentos reduziram em 40%. Em terceiro lugar, com 35% de queda,
ficou o Samu de Porto Alegre, que atende a 1,4 milhão de
pessoas.
Os acidentes de
trânsito, segundo o ministério, têm um peso
significativo nos atendimentos do Samu, e com a redução
dos acidentes, o serviço pode agilizar os atendimentos a
ocorrências de outras naturezas, como casos de mal súbito,
intoxicação, partos e queimaduras.
O Ministério da
Saúde informou que as 14 unidades do Samu cobrem 25,3 milhões
de pessoas.
O ministério
está fazendo o levantamento em os 144 Samu implantados em
1.150 municípios, para medir a eficácia da lei seca na
redução dos acidentes de trânsito.
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