Skip to content. Skip to navigation

A empresa    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
14 de Julho de 2008 - 19h27 - Última modificação em 14 de Julho de 2008 - 20h03


Centro de estudos sobre etanol terá "jeito americano", diz futuro diretor

Luana Lourenço
Enviada especial

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Campinas (SP) - O avanço do interesse mundial pela produção de energias alternativas, entre elas os biocombustíveis, está surtindo efeitos na política de ciência e tecnologia brasileira. O projeto de instalações e as entrevistas com pesquisadores para formação do corpo científico do Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) começarão nos próximos meses, de acordo com anúncio feito hoje (14) pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.

A criação de um centro de estudos intensivos sobre o etanol, “com o jeito americano de fazer pesquisa”, é uma estratégia para garantir que o Brasil mantenha a liderança na criação e no desenvolvimento de tecnologias de agrocombustíveis, de acordo com o físico da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marco Aurélio Pinheiro Lima, que assumirá a direção do CTBE.

Além de viabilizar o desenvolvimento para o álcool de cana-de-açúcar, o novo centro deverá criar tecnologias para os chamados biocombustíveis de segunda geração, entre eles o etanol de celulose. 

“A idéia é agregar conhecimento sobre o etanol, com pesquisa, desenvolvimento e inovação. E não só com objetivos acadêmicos; a idéia é ter um funcionamento próximo à indústria. Vamos trabalhar estratégias de como transformar pesquisa em tecnologia”, adiantou Lima.

Segundo Lima, o investimento em pesquisa avançada em etanol também poderá subsidiar a defesa da sustentabilidade do agrocombustível de cana-de-açúcar, questionada por críticos internacionais, inclusive representantes da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Nós temos que fazer pesquisa olhando para a sustentabilidade, mas estamos seguindo a onda da opinião mundial sobre o que é a sustentabilidade. O assunto exige formação, opinião brasileira sobre o parâmetro”, defendeu.

O centro será instalado em Campinas, no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS). A gestão caberá à Associação Brasileira de Tecnologia de Luz Síncrotron (ABTLuS), em convênio com o Ministério da Ciência e Tecnologia.



Atualizada para mudança no título.
 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina