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Brasília - Os adolescentes que estiverem cumprindo medidas socioeducativas em
liberdade assistida ou prestando serviços à comunidade passam a partir
deste mês a serem responsabilidade do município e não mais dos estados,
como acontecia.
A mudança já estava prevista no Sistema Nacional de
Atendimento Socioeducativo (Sinase) e deve ser tocada pelos Centros de
Referência em Assistência Social (Creas) de cada cidade. O objetivo é
que o adolescente cumpra a medida em sua própria cidade e não mais em
outras como acontecia quando ele estava sob a tutela do estado e não do
município.
“Assim esse serviço passa a ser realizado mais próximo da
realidade do adolescente”, explica Solange Martins, coordenadora de
regulação da proteção especial, do Ministério do Desenvolvimento
Social.
As unidades para medidas privativas de liberdade – estrita ou
semi-liberdade – continuam sob responsabilidade dos estados.
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