Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
17 de Julho de 2008 - 23h09 - Última modificação em 17 de Julho de 2008 - 23h09


Petrobras contesta FUP e afirma que unidades funcionam normalmente

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Em uma nota de apenas dois parágrafos, a Petrobras contestou as informações da Federação Única de Petroleiros de que a greve da categoria, principalmente a do Sindipetro do Norte Fluminense, estaria prejudicando a produção de petróleo e gás natural.

Sem se referir especificamente à Bacia de Campos, a nota informa que, em relação a paralisação de 48 horas decidida para esta quinta (17) e sexta-feira (18) pela FUP, em nível nacional, não houve prejuízos para a produção de petróleo e derivados da Petrobras, que não foram afetadas pelo movimento e que as unidades funcionam normalmente.

A Petrobras lembra ter apresentado aos sindicatos dos petroleiros de todo o país, no último dia 9, proposta de pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2007. A proposta, repete a empresa, obedece ao limite máximo determinado pelos órgãos de controle. A  companhia continua aguardando posicionamento dos trabalhadores sobre a proposta.

Sobre a afirmação da FUP de que a greve dos petroleiros do Norte Fluminense estava prejudicando a produção de gás, a Petrobras informou à Agência Brasil que tanto a produção de petróleo, quanto a de gás estavam dentro da normalidade.

Antes da nota divulgada pela Petrobras, a A Federação Única dos Petroleiros havia contestado, em comunicado, informações da estatal de que a greve dos petroleiros não está prejudicando a produção de petróleo e gás natural.

No comunicado, a FUP informa que o movimento tem adesão de 33 das 42 plataformas da Bacia de Campos, e que, além dos 500 mil barris de petróleo que deixaram de ser produzidos nas primeiras cinco horas da deflagração do movimento - antes das equipes de contingência assumirem os trabalhos -, a produção de gás natural estava “consideravelmente reduzida”.

Segundo a FUP, no Terminal de Cabiúnas, em Macaé (RJ), estão paralisadas as unidades de processamento de gás natural e de refrigeração de gás natural, além de ter sido reduzido o volume de líquido de gás natural enviado à Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense.

A categoria mantém o indicativo de greve nacional a partir do próximo dia 5, com paralisação da produção e do refino em todo o país, se não houver avanço nas negociações sobre o valor do percentual a ser pago aos petroleiros na forma de participação nos lucros e resultados da companhia.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina