Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
18 de Julho de 2008 - 10h15 - Última modificação em 18 de Julho de 2008 - 10h20


Parceria entre EBC e TV pública angolana permitirá troca de programas

Isabela Vieira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Acordo firmado hoje (18), no Rio, entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Televisão Pública de Angola permitirá o intercâmbio de programas, apoio logístico a correspondentes e treinamento para as duas equipes. A parceria contribuirá também para ampliar a disponibilidade de informações sobre a América Latina na África e ainda para ajudar a TV angolana a melhorar a qualidade de sua programação, na opinião do ministro das Relações Exteriores de Angola, João Bernardo Miranda.

“O acordo permitirá aos produtores de programas de informação escolher o que é bom para um país como Angola - que tem uma boa porcentagem da população analfabeta,  o que é de interesse sobre a cultura geral e quais tipos de programa permitem conhecer melhor o povo brasileiro”.

Segundo a presidente da EBC, Tereza Cruvinel,  a parceria com o canal público angolano faz parte de uma iniciativa da empresa com o objetivo de aproximar culturalmente Brasil e África. “É o início de uma série de acordos de cooperação”, disse. “Aproximar os dois continentes é um compromisso da EBC e uma dívida com a África”.

Ela informou que em breve a TV Brasil terá um correspondente em Angola e lembrou que a emissora já exibe uma programa de documentários sobre a África.

Na manhã de ontem (17), o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, comentou a parceria e disse que ela faz parte de uma série de parcerias estratégicas entre Brasil e Angola, firmadas em uma nova perspectiva.

“Temos que sair de uma relação, digamos, um pouco paternalista, para uma relação de igualdade, verdadeiramente estratégica”, defendeu. “Angola não é mais aquele país que precisava da nossa assistência, da nossa cooperação por problemas de guerra civil ou outras questões”, afirmou o ministro.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina