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17 de Julho de 2008 - 18h10 - Última modificação em 17 de Julho de 2008 - 18h10


Município fluminense inaugura serviço de ecotáxis para incentivar transporte alternativo

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - O município  de Volta Redonda, localizado na região do Médio Paraíba do estado do Rio de Janeiro, comemorou hoje (17) seus 54 anos com o lançamento do programa Pedala VR. O projeto faz parte  de um programa mais amplo, o Rio-Estado da Bicicleta, da Secretaria estadual de Transportes. Durante a solenidade, a prefeitura também inaugurou o serviço de ecotáxis, que será realizado com triciclos.

A idéia do governo é estender o programa, que incentiva o uso de meios de transporte não poluentes para  deslocamento da população, como a bicicleta, aos demais municípios fluminenses, revelou à Agência Brasil o secretário Júlio Lopes. “Essa parceria com Volta Redonda  é o que nós queremos fazer com o estado inteiro, que é implantar alternativas modais de veículos  não motorizados para melhorar a qualidade da mobilidade das pessoas”.

O projeto contou com recursos de R$ 3,7 milhões do Ministério das Cidades. Os recursos estão sendo aplicados  na instalação do sistema cicloviário de Volta Redonda, que abrange 35 quilômetros de ciclovias e faixas cicloviárias, além de bicicletários em toda a cidade. Outras localidades já estão seguindo o exemplo de Volta Redonda e se preparam para a contratação do planejamento no programa Rio-Estado da Bicicleta. É o caso de Resende, Angra dos Reis, Vassouras e Niterói, por exemplo, citou Júlio Lopes.

A prefeitura de Volta Redonda aproveitou a solenidade, da qual também participou o ministro das Cidades, Márcio Fortes, para inaugurar o serviço de ecotáxis. Trata-se de triciclos usados para transporte público em  29 cidades da Europa, Estados Unidos e Ásia, que passarão agora a constituir uma atração adicional naquele município.

Júlio Lopes salientou que os triciclos são uma alternativa saudável de locomoção, porque não poluem o meio ambiente. Ele acredita que  a idéia poderá ser estendida a todo o Rio de Janeiro. “Nossa idéia é levar esse tipo de mobilidade não motorizada para o estado inteiro. Para as 92 cidades [fluminenses]”.

A viabilização dessa meta vai depender, segundo Lopes, da agilidade dos prefeitos. Após o período eleitoral, ele disse que o processo será retomado. “Já tem vários prefeitos na fila aguardando recursos do Ministério das Cidades para fazer os sistemas”, declarou o secretário.

 

 




 


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