Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
17 de Julho de 2008 - 20h03 - Última modificação em 17 de Julho de 2008 - 20h03


Promotores de Justiça temem conflitos de poder entre milícias que agem no Rio

Da Agência Brasil


 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Os promotores de Justiça Jorge Magno e Bruno Stibich alertaram hoje (17) para a possibilidade de conflitos entre as milícias da cidade para demarcação de áreas de atuação. Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Milícias, na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), os promotores chamaram a atenção para o poderio econômico e político das milícias.

“O poder econômico desses grupos diz respeito ao controle de vans e do gás e à extorsão direta dos moradores com a cobrança das chamadas taxas de segurança”, afirmou o presidente da CPI, deputado Marcelo Freixo (P-SOL), que considerou “muito fortes” os depoimentos de hoje. Agora, as milícias começam a ter também “braços políticos”, disse Freixo.

De acordo com o deputado, Jorge Magno e Bruno Stibich disseram que os grupos de milicianos já fazem um controle eleitoral nos bairros de Campo Grande e Santa Cruz, onde atuam. Por isso, os promotores acreditam que tais grupos podem vir a ter representantes no Legislativo, tanto municipal, quanto estadual e federal, acrescentou Freixo.

Ele informou que, em pouco mais de duas semanas, o Disque Milícia, um serviço da Alerj, recebeu mais de 300 denúncias de todo o estado sobre a existência desse tipo de organização. Além dos locais de atuação já conhecidos, como as zonas norte e oeste do Rio, existem informações sobre grupos de milicianos em 13 municípios fluminenses. O telefone do Disque Milícia é 0800-2820376.

A CPI das Milícias tem o objetivo de formular propostas de políticas públicas contra esse tipo de organização criminosa.




 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina