Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
20 de Julho de 2008 - 19h02 - Última modificação em 20 de Julho de 2008 - 19h07


Líderes partidários divergem sobre produtividade da Câmara neste semestre

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - A Câmara dos Deputados terminou o semestre legislativo na semana passada com mais da metade das sessões trancadas por medidas provisórias. As opiniões de líderes partidários sobre a produtividade da Casa nesse período divergem. O recesso parlamentar começou oficialmente no dia 18 e deve terminar no dia 31 de julho, uma quinta-feira. Com isso, os parlamentares só devem voltar ao trabalho na segunda-feira (4).

O líder do PT na Câmara, deputado Maurício Rands (PE), defendeu que o semestre foi positivo, mas admitiu que poderia ter sido melhor e destacou algumas matérias aprovadas pelos deputados.

"Avançamos na discussão da reforma tributária, na discussão da nova regra de procedimento das MPs [medidas provisórias], na pauta de combate à violência. [A Câmara] aprovou a guarda compartilhada, aprovou também algumas matérias que têm alcance para a sociedade, caso da Lei Seca no Trânsito", disse.

Já o líder do DEM na Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), considerou que o semestre teve baixa produtividade. "Acho que foi um dos piores semestres de trabalho legislativo em toda a história do Congresso Nacional. Nós nada fizemos, só votamos medidas provisórias, acho que o governo abusou do número de MPs que editou e a Casa não soube reagir colocando um basta", afirmou.

O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), defendeu que a Casa conseguiu aprovar matérias importantes, entre elas a lei conhecida como Lei Seca. "Na MP que apenas regulamentava a venda de bebidas alcoólicas, foi a Câmara que, na reunião do colégio de líderes, decidiu que aquilo que é hoje identificado como lei seca entraria na MP", destacou.

No dia 4 de agosto, já está marcada uma sessão extraordinária para começar a votação de medidas provisórias que trancam a pauta da Casa, entre elas está a medida que reajusta o salário de servidores públicos federais. O texto principal já foi votado, mas os deputados precisam concluir a votação dos destaques à medida.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina