Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
23 de Julho de 2008 - 14h27 - Última modificação em 23 de Julho de 2008 - 14h27


Em missa que marca 15 anos de chacina, sociedade civil pede fim da violência

Da Agência Brasil


 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - A Chacina da Candelária, que ocorreu há 15 anos, foi lembrada hoje (23) em uma missa realizada na Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro, que reuniu diversos grupos da sociedade civil. No dia 23 de julho de 1993, oito crianças e adolescentes que dormiam próximo à igreja foram mortos por policiais.

Participantes da celebração chamaram a atenção para a situação de crianças e adolescentes que continuam sendo vítimas da violência no país inteiro. Faixas e cartazes colocados na frente da igreja criticavam a atuação da polícia carioca e lembravam casos recentes de violência como a morte de três jovens do Morro da Providência.

O presidente do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, Siro Darlan, destacou a responsabilidade do governo e da sociedade no cumprimento das leis que garantam os direitos da criança e do adolescente.

"Temos a melhor lei do mundo que é o Estatuto da Criança e do Adolescente [ECA]. É necessário que o Poder Público e a sociedade se sensibilizem e protejam as crianças.”

Ele rebateu as críticas feitas ao estatuto, que completou 18 anos no dia 13 de julho. Para Siro Darlan, ainda há resistências à aplicação do ECA. “As pessoas buscam desviar o verdadeiro foco da discussão para outros focos menos importantes para impedir que o estatuto saia do papel."

Os participantes do ato seguiram no fim da manhã para a Cinelândia, onde a  manifestação será encerrada.



 

  LEIA MAIS SOBRE OS ASSUNTOS
José Alencar se interna no Hospital Sírio-Libanês para tratar tumor no abdômen
Governo cria empresa pública para a fabricação de chips
Ministros latinos da Educação e da Saúde discutem prevenção de DST e aids entre jovens
Especialistas debatem educação infantil no campo
Águas Claras (GO) - Francisco Martins dos Santos (E), professor do Núcleo da Universidade Estadual de Goiás em Águas Claras, e Geraldo Cabral, presidente da Companhia de Desenvolvimento Municipal de Águas Claras, têm diagnóstico semelhante sobre o município. Para eles, a falta de políticas públicas faz com que Águas Claras tenha uma das maiores taxas de crescimento populacional do país e altos índices de criminalidade
Águas Claras (GO) - Para o professor Francisco Martins dos Santos, do Núcleo da Universidade Estadual de Goiás em Águas Claras, a falta de políticas pública prejudica o desenvolvimento do município. Localizado no Entorno do Distrito Federal, Águas Claras registra uma das maiores taxas de crescimento populacional do país e tem altos índices de criminalidade
Mediador diz que torcidas organizadas querem colaborar com segurança nos estádios
Mais de 30 torcedores morreram em confrontos no Brasil nos últimos dez anos
Manifestantes ocupam sede do Incra em Brasília
Artistas fazem manifestação pela demarcação de aldeia guarani
Águas Lindas (GO) é a segunda cidade de porte médio do país em crescimento populacional
Aumento da violência em cidades médias só pode ser evitado com políticas preventivas
 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina