Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
23 de Julho de 2008 - 12h49 - Última modificação em 23 de Julho de 2008 - 12h49


Polícia Federal prende cinco suspeitos de tráfico de entorpecentes pela internet

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Cinco pessoas foram presas durante a Operação Pedra Redonda, desencadeada hoje (23) pela Polícia Federal (PF) simultaneamente no Brasil e no Uruguai. Ao todo, estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, além dos cinco mandados de prisão (quatro na capital gaúcha e um no Uruguai).

Segundo nota da PF, a operação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em tráfico de substâncias entorpecentes pela internet. Sessenta policiais federais participam da ação, iniciada como um desdobramento da Operação Ouro Verde, realizada em março de 2007, quando foram presos integrantes de uma quadrilha que operava um banco ilegal e enviava dinheiro ao exterior.

Durante a análise do material da Operação Ouro Verde, chamou a atenção dos policiais federais a movimentação financeira de um jovem gaúcho, que, apesar de ter menos de 30 anos e não ter atividade profissional definida, era um dos principais investidores do banco paralelo, sendo titular de milhões de dólares. A Polícia Federal não divulgou o nome do jovem.

“Em trabalho conjunto com agentes do DEA (Drug Enforcement Administration), órgão do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, a Polícia Federal verificou que o jovem integrava uma quadrilha que operava farmácias virtuais na internet e comercializava drogas sintéticas de uso controlado, vendendo essas substâncias de forma ilegal, especialmente para os Estados Unidos, conduta que se equipara ao tráfico de drogas”, diz trecho da nota da PF.

Ainda de acordo com Polícia Federal, a investigação norte-americana localizou bens de alto valor com os parceiros do jovem gaúcho, como mansões na Flórida (Estados Unidos) avaliadas em milhões de dólares e automóveis de luxo.

A investigação verificou que o elo gaúcho da quadrilha contou com a ajuda de outros jovens, alguns com grande conhecimento de informática e com pouco mais de 20 anos de idade, que executavam tarefas e agiam como seu braço direito, além de utilizar parentes para movimentar valores e registrar bens em nome de terceiros.

Além das autoridades americanas, a investigação contou com auxílio da Interpol e da Direção Nacional de Informação e Inteligência da Polícia Uruguaia. Segundo a PF, os presos responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, cujas penas somadas podem alcançar 30 anos de reclusão.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina