Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
30 de Julho de 2008 - 11h37 - Última modificação em 30 de Julho de 2008 - 11h38


Endividamento da população não preocupa o governo, afirma Paulo Bernardo

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - O endividamento da população não preocupa o governo, mas sim o descontrole das famílias, de acordo com a avaliação do ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo. Segundo ele, a posição oficial é continuar a estimular o crescimento do crédito e permitir o acesso de bens à população.

“Nós tínhamos um crédito em 2003 que representava 22% do Produto Interno Bruto (PIB) e hoje representa 36% do PIB. Achamos que isso deve ser comemorado pois democratizou o acesso a bens de consumo e a residências de pessoas que não tinham ainda esse acesso”, analisou.

De acordo com o ministro Paulo Bernardo, a única preocupação do governo referente ao crédito é de que os empréstimos  aumentem de forma descontrolada e levem ao crescimento da inadimplência.

“Achamos que nos últimos 12 meses, cresceu muito além do que seria razoável pois cresceu mais de 32% . Precisamos vigiar se não está havendo descontrole”, afirmou.

Segundo sua análise, até agora a inadimplência não cresceu e a concessão de crédito tem levado as pessoas a alimentar o mercado interno e a melhorar a economia.

“Não tem tido uma seqüela muito grande, mas de fato é preciso ter cuidado para [a concessão de créditos] não estimular um endividamento excessivo e se tornar um problema para as família depois”.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina