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30 de Julho de 2008 - 18h38 - Última modificação em 30 de Julho de 2008 - 19h01


Setor de serviços perde com fracasso da Rodada Doha, avalia presidente de entidade

Lourenço Canuto
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Se a Rodada Doha, encerrada hoje (30/7) em Genebra, na Suíça, tivesse tido sucesso, as operadoras de telecomunicações outsourcing  (empresas que terceirizam serviços fora de sua área de atuação, como as de telemarketing), os bancos, as seguradoras e outros segmentos de serviços "teriam um grande desenvolvimento nos negócios de exportação dos países emergentes", conforme o presidente da Central Brasileira do Setor de Serviço (Cebrasse) Paulo Lofreta.

Ele avalia que os investidores estrangeiros teriam mais facilidade e interesse de investir em diversos segmentos do setor de serviços dos países emergentes. Os profissionais teriam também flexibilizados os processos de vistos temporários de trabalho nos países europeus e nos Estados Unidos, diz Paulo Lofreta, ao lembrar que os países desenvolvidos defendem uma abertura do mercado de serviços das nações emergentes.

O presidente da Cebrasse afirmou que o setor de serviços "seria a moeda de troca oferecida pelos países em desenvolvimento, na sua tentativa de quebrar a concessão de subsídios agrícolas" praticada pelos Estados Unidos e pelos países europeus

 


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