Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
30 de Julho de 2008 - 14h35 - Última modificação em 30 de Julho de 2008 - 15h53


Relação entre dívida pública e PIB em junho é a menor desde dezembro de 1998

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - A relação entre dívida líquida do setor público (União, estados, municípios e empresas estatais) e Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi de 40,4% em junho. O percentual é o menor, desde dezembro de 1998, quando chegou a 38,9%. É também menor do que a projeção para o ano do Banco Central. de 40,5% do PIB.

Em valores, a dívida chegou a R$ 1,180 trilhão no mês passado. Em maio deste ano, a relação estava em 40,6% do PIB. “A dívida permanece, portanto, em uma trajetória bastante confortável e de desaceleração continuada”, disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes.

A dívida pública brasileira é a soma dos débitos dos governos federal, estaduais e municipais. Esse valor, chamado de dívida líquida do setor público, desconta o que os governos têm a receber de empresas privadas ou de outros governos. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança dos investidores brasileiros e estrangeiros de que o país vai honrar seus compromissos.

Segundo o Banco Central, o saldo da dívida em junho foi menor devido ao maior superávit primário, economia que o governo faz para pagar os juros da dívida, que contribuiu com 2,9 pontos percentuais para a redução, no ano. Outro fator é o efeito do PIB valorizado, com 3,3 pontos percentuais de contribuição.

Por outro lado, Lopes disse que a inflação tem tido peso maior na dívida. No primeiro semestre de 2007, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulava alta de 2,08% e no mesmo período deste ano chegou a 3,64%. Nesses mesmos períodos, a participação do IPCA no total da dívida subiu de 17,2% para 22,2%.

Além disso, os juros apropriados (incorporação de juros à dívida) e o ajuste decorrente da valorização cambial de 10,1% acumulado no ano contribuíram para elevar a dívida em três pontos percentuais.

 



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina