Skip to content. Skip to navigation

A empresa    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
1 de Agosto de 2008 - 20h20 - Última modificação em 1 de Agosto de 2008 - 20h23


Ministro acredita que possível revisão da Lei de Anistia será discutida no Supremo

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
José Cruz/ABr
Brasília - Na retomada dos trabalhos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Celso de Mello saiu hoje (1º) em defesa das decisões tomadas pelo presidente da Corte, Gilmar Mendes, durante o recesso do tribunal
Brasília - Na retomada dos trabalhos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Celso de Mello saiu hoje (1º) em defesa das decisões tomadas pelo presidente da Corte, Gilmar Mendes, durante o recesso do tribunal
Brasília - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello disse hoje (1º) que uma eventual proposta de punições a torturadores do tempo da ditadura militar no Brasil deverá ter a sua constitucionalidade discutida na Corte.

“Esse é um tema que certamente virá ao Supremo Tribunal Federal”, afirmou Mello no intervalo da sessão de retomada dos trabalhos do STF após o recesso de julho. “Mas não posso me manifestar sobre a constitucionalidade ou não de uma futura lei votada pelo Congresso Nacional que reveja os benefícios da Lei de Anistia”, acrescentou.

Mello lembrou que a Corte Interamericana de Direitos Humanos já se posicionou contrária à autoconcessão de anistia promovida por alguns ditadores latino-americanos, mas ressalvou não ter sido este o espírito da Lei de Anistia Brasileira, editada em 1979. A norma garantiu anistia aos que cometeram crimes políticos ou conexos entre setembro de 1961 e agosto de 1979.

“No Brasil houve uma lei que concedeu anistia a um número indeterminado de pessoas, independente de seu vínculo ideológico ou com o aparelho do Estado”, disse o ministro.

A responsabilização, nos planos cível e criminal, dos agentes do Estado que desrespeitaram os direitos humanos entre os anos de 1964 e 1985 no Brasil, quando vigorava a ditadura militar, foi defendida esta semana pelo ministro da Justiça, Tarso Genro. Ele pretende que o tema seja discutido pela sociedade em audiências públicas, a primeira delas realizada ontem (31), em Brasília.


 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina