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José Cruz/ABr
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Guará (DF) - Crianças participam de atividades lúdicas em evento itinerante promovido pela administração regional
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Brasília - Sob sol a pino,
parte da comunidade do Guará, cidade satélite do
Distrito Federal distante 11 quilômetros de Brasília, aproveitou a manhã de hoje (2)
para se divertir, receber dicas de saúde e fazer
reivindicações.
A Administração Regional
do Guará disponibilizou uma estrutura recreativa na Praça Itajubá.
Lá, os moradores também puderam verificar a pressão arterial, fazer
teste de glicose e ter contato com representantes de serviços
do governo. A estrutura itinerante do Administração na Quadra é instalada num ponto diferente a cada 15 dias.
“A gente tem a
oportunidade de pôr as pessoas que podem fazer alguma coisa a
par das nossas necessidades”, ressaltou Eremita Borges, enquanto
comia pipoca. Moradora do Guará há 38 anos, ela lembra
que quando chegou à cidade não havia nem luz elétrica
na quadra onde fica sua casa. Atenta, ela lista os principais problemas
que ainda incomodam a comunidade: “Policiamento, limpeza e
iluminação ainda estão faltando um pouco no
Guará e isso tem que ser visto com muito carinho”.
A auxiliar de serviços
gerais Deise Ribeiro Souza levou os filhos Gabriel, de 7 anos, e
Vanessa, de 6, para comerem algodão -doce e participarem de
atividades lúdicas. Foi também uma chance para reivindicar uma estrutura permanente de lazer para a Praça
Itajubá. “Tem que ter um parquinho aqui, porque a praça
fica meio vazia. As crianças vêm brincar mas não
têm o que fazer”.
Segundo o administrador
regional do Guará, Joel Alves Rodrigues, a estrutura é montada a cada 15 dias em uma das quadras da
cidade para permitir uma maior aproximação com os
moradores. “Nós queremos justamente atender àquele morador
que não pode ir até a sede da administração
durante a semana. Temos a presença da nossa ouvidoria e nos
baseamos nisso para fazer os estudos das atividades de governo”,
ressaltou Rodrigues.
Uma das ações
do dia envolveu orientações aos moradores sobre a
coleta seletiva do lixo. “A limpeza é um problema muito
sério e a solução depende da parceria com
morador”, disse Rodrigues.
O administrador também mostrou uma preocupação especial com a questão de
segurança. “Há pequenos furtos em
residências e assaltos aos comércios, que procuramos
coibir com a ajuda das Polícias Civil e Militar. Mas a gente
colhe sugestões sábias da comunidade para executar o
trabalho".
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