



|
Rio de Janeiro - O presidente do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano
Coutinho, disse hoje (5) que outros países, além da
Noruega – primeira a anunciar sua doação, de US$ 100
milhões – deverão contribuir para o Fundo Amazônia,
criado por decretado presidencial no dia 1º deste mês.
O objetivo do fundo é
captar recursos privados, por meio de doações
voluntárias, nacionais ou estrangeiras, para investimento em
ações de prevenção, monitoramento e
combate ao desmatamento no Brasil, principalmente na região
amazônica. O Ministério do Meio Ambiente espera que o
fundo capte US$ 1 bilhão no primeiro ano de vigência.
Em entrevista durante seminário promovido
pela Associação e Sindicato dos Bancos do Rio de
Janeiro, Coutinho explicou que não revelaria os nomes dos
outros países doadores porque as negociações
ainda estão em andamento. De acordo com Coutinho, há
também grandes empresas interessadas em fazer doações.
Segundo ele, o Fundo Amazônia ajudará
a melhorar a qualidade da política ambiental brasileira e
apoiará o desenvolvimento regional e as atividades florestal e
madeireira de modo sustentável. O fundo poderá também
financiar pesquisas científicas e tecnológicas e apoiar
o desenvolvimento institucional, equipando melhor os órgãos
ambientais, para que possam fiscalizar com mais eficiência a
riqueza amazônica, acrescentou.
|
|