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Brasília - As 338 mil fundações e associações
registravam, em 2005, um contingente de 1,7 milhão de pessoas
como trabalhadores assalariados – o que representava, na época,
22,1% do total dos empregados na administração pública
do país e 70,6% do total do emprego formal no universo das
601,6 mil entidades sem fins lucrativos existentes no Cempre.
Os dados fazem parte do estudo sobre as Fundações
Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Brasil
(Fasfil), realizado em 2005, em parceria entre o Instituto Brasileiro
de Geografia e estatística (IBGE), o Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea), Associação Brasileira
de Organizações não Governamentais (Abong) e
Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife).
De acordo com o levantamento, a Região
Sudeste concentrava, na época, 42,4% dessas fundações
e associações - praticamente a mesma proporção
da população brasileira 42,6%.
Em segundo lugar está a Região
Nordeste onde se concentram 23,7% das instituições, de
acordo com o levantamento. O valor representa uma proporção
pouco menor do que a população (27,7%). Na prática,
isso significa que a concentração de instituições
está diretamente ligada ao percentual populacional.
A exceção é o Rio Grande do
Sul, o terceiro colocado, onde estão concentrados 22,7% das
entidades, mas apenas 14,6% da população.
O Norte do país é a única
região onde ocorre o inverso. Lá, estão 4,8% dos
institutos e associações e 8,0% dos brasileiros.
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