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7 de Agosto de 2008 - 12h55 - Última modificação em 7 de Agosto de 2008 - 12h55


Quase 30% de entidades sem fins lucrativos de assistência social em 2005 não prestavam esse serviço

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - Estudo realizado em 2006 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) constatou que, na prática, 29,9% das entidades que se cadastraram em 2005 como de assistência social não prestavam exatamente esses serviços. Segundo o estudo, isto decorre “da falta de precisão do que seja o campo de atuação de Assistência Social”.

O levantamento do IBGE foi feito como desdobramento do estudo Fundações Privadas e Associações Sem Fins Lucrativos no Brasil (Fasfil), realizado em 2005, em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a Associação Brasileira de Organizações não Governamentais (Abong) e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife).

O desdobramento implementado pelo IBGE e pelo MDS constatou, por exemplo, que apenas 8,1% das Fasfil – o equivalente a 27,4 mil entidades, tinham por objetivo desenvolver ações de educação e pesquisa, saúde, meio ambiente e proteção animal e habitação.

Nesse grupo destacam-se as organizações do grupo de educação e pesquisa, com 19,9 mil entidades, embora quase metade delas (49,9%) estivessem na Região Sudeste.



 


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