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Brasília - A área técnica
da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já
está analisando as mudanças propostas pela empresa
Energia Sustentável do Brasil (Enersus) para a construção
da Usina Hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia.
O projeto com as alterações foi entregue ontem (13) no
protocolo da Agência.
O presidente da Enersus, Victor
Paranhos, e o presidente da Aneel, Jerson Kelman, se encontraram para
falar sobre as mudanças.
De acordo com a Energia
Sustentável do Brasil, que reúne as empresas Suez,
Camargo Corrêa, Eletrosul e Chesf (Companhia Hidro Elétrica
do São Francisco), as alterações possibilitarão
economia de R$ 1 bilhão no projeto, que tem custo estimado de
R$ 8,7 bilhões. A Enersus venceu o leilão de Jirau, e é
a responsável pela construção da usina.
A
principal mudança é a realocação da
barragem em 9,2 quilômetros de distância do ponto
original, o que, segundo o consórcio, permitirá que
sejam feitas menos escavações, diminuindo os impactos
ambientais e os custos, além de antecipar o cronograma da
obra.
Segundo a assessoria de imprensa, a Aneel não tem
prazo estipulado para dar parecer sobre as alterações.
O projeto também tem que ser analisado pelo Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente de dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama), que também estuda um pedido da Enersus para a
concessão de uma
licença de instalação específica para
o canteiro de obras da usina.
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