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Brasília - As diversas propostas de mudanças no processo político
brasileiro devem tramitar separadamente no Congresso Nacional, estabelecidas em vários projetos, de acordo
com o ministro das Relações Institucionais, José Múcio. A estratégia do
governo é não juntar as propostas em um só projeto, no que seria a chamada
Reforma Política.
De acordo com Múcio, entre as propostas que estão
sendo definidas por ele e pelo ministro da Justiça, Tarso Genro,
estarão a que estabelece o financiamento público de campanha, a proposta
que define as regras para fidelidade partidária, que modifica as regras
de inelegibilidade, que estabelece a votação em listas partidárias e
a que estabelece os parâmetros para as coligações proporcionais.
“Dificilmente se falará em reforma política. As
sugestões serão apresentadas separadamente”, disse o ministro, que
conversou com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, responsável
por definir o melhor momento para colocar as proposições em votação.
Múcio disse ainda que o presidente Luiz Inácio Lula
da Silva deverá entrar na defesa das propostas somente depois que as
conversas estiverem bem avançadas no Congresso.
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