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Brasília - O
Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)
confirmou hoje (18) a decisão de retirar do promotor de
Justiça de São Paulo Thales Ferri Schoedl o direito a
cargo vitalício. Schoedl é acusado de matar a tiros um
jovem de 20 anos em dezembro de 2004, após uma briga em
Bertioga, litoral paulista.
Em
setembro do ano passado, o CNMP já havia determinado em
caráter liminar o afastamento do promotor do Ministério
Público paulista e a suspensão da vitaliciedade. O
caso foi julgado em definitivo em junho deste ano, mas os advogados
de Shoedl entraram com recurso contra a decisão.
Hoje, o
CNMP decidiu definitivamente pela perda do cargo vitalício,
sem possibilidade de recursos no Conselho. Shoedl agora pode recorrer
apenas no Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo
com o CNMP, o ato de exoneração do promotor deve ser
editado pelo Ministério Público de São Paulo. Depois da publicação da decisão, o promotor
também perderá direito ao foro privilegiado.
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