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19 de Agosto de 2008 - 12h34 -
Última modificação
em 19 de Agosto de 2008 - 12h48
Uso das Forças Armadas nas eleições do Rio é questão de ordem institucional, diz Tarso
Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
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Valter Campanato/ABr
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Brasília - O ministro da Justiça, Tarso Genro fala aos jornalistas na abertura da 3ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Política Cultural
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Brasília - O
ministro da Justiça, Tarso Genro, disse hoje (19) que o envio
de integrantes das Forças Armadas à
cidade do Rio de Janeiro nas eleições não
representa uma questão de segurança pública, mas
de ordem institucional na capital fluminense.
“Uma
coisa é a utilização das Forças Armadas
para a segurança pública no Rio de Janeiro, que a lei e
a Constituição prevêem que isso pode ocorrer a
partir de um pedido do governador. Nesse caso, não é
essa a questão. Existe uma manifestação do
Tribunal Superior Eleitoral [TSE] tratando da garantia para o
processo eleitoral.”
Em entrevista após a cerimônia de abertura da terceira reunião ordinária
do Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), Tarso
confirmou que vai conversar ainda hoje com o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres
Britto, para checar com que ações o Ministério da Justiça pode
“colaborar”.
“Isso
não é da nossa competência, mas do TSE. No caso
de as Forças Armadas aportarem no Rio de Janeiro para dar
garantias ao processo eleitoral, elas ficarão subordinadas às
ordens do TSE e não à qualquer solicitação
do Ministério da Justiça”, esclareceu o ministro.
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