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Rio de Janeiro - A
Secretaria Estadual de Administração Penitenciária
do Rio de Janeiro determinou hoje (26) a abertura de sindicância
para apurar se o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, preso em Bangu 8,
tem privilégios na alimentação.
O objetivo é checar denúncias de que
ele estaria comendo pratos refinados, incluindo lagosta, e de como o
alimento teria chegado a ele fora dos dias de visita. Segundo
assessores da secretaria, é permitido à família
de qualquer preso, em dias de visita, levar comida.
O advogado de Cacciola, Carlos Ely Eluf, negou que
seu cliente coma lagosta na prisão e frisou que ele é
alérgico a frutos do mar. “Se ele comer lagosta, vai parar
no [Hospital] Miguel Couto. Isso é uma campanha para
denegrir sua imagem na opinião pública”, sustentou.
Eluf frisou que Cacciola se alimenta com o mesmo
cardápio que os demais presos de sua cela. De acordo com a
secretaria, a alimentação de todos os detentos do
sistema é composta de arroz, feijão, macarrão e
carne. O ex-banqueiro foi condenado pela prática de crimes financeiros a 13 anos de prisão.
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