Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
27 de Agosto de 2008 - 11h25 - Última modificação em 27 de Agosto de 2008 - 11h40


Dizer que demarcação ameaça soberania é "conversa para boi dormir", critica indígena

Ana Luiza Zenker
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Antonio Cruz/ABr
Brasília - Indios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, na Praça dos Três Poderes, em frente ao STF, para assistir o julgamento que vai balizar critérios para a demarcação da reserva
Brasília - Indios da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, na Praça dos Três Poderes, em frente ao STF, para assistir o julgamento que vai balizar critérios para a demarcação da reserva
Brasília - Desde o início do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, o clima é de tranqüilidade do lado de fora do prédio, que foi totalmente isolado pela segurança.

Um grupo de pouco mais de 100 pessoas, entre representantes indígenas, do Movimento de Apoio ao Trabalhador Rural (MATR) e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), levou faixas de apoio à demarcação contínua e aos índios que vivem na reserva.

Integra o grupo Álvaro Tucano, indígena que mora na região do Pico da Neblina, em uma reserva vizinha à Raposa Serra do Sol. “Não podemos ficar neutros quando alguém mexe com a legislação brasileira que foi discutida por nós, do movimento indígena”, disse em referência aos Artigos 231 e 232 da Constituição Federal, que garantem os direitos dos índio à terra.

Para ele, é “conversa para boi dormir” dizer que a demarcação contínua afronta a soberania nacional. Na avaliação de Álvaro Tucano, o que está em jogo é o interesse econômico, uma vez que as terras são ricas em minérios e em biodiversidade.


 

 

O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina