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30 de Agosto de 2008 - 13h34 - Última modificação em 30 de Agosto de 2008 - 17h41


Coordenadora faz apelo à população para que tome vacina contra rubéola

Lúcia Nórcio
Repórter da Agência Brasil

 
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José Cruz/ABr
Brasília - Luana Meireles Gomes recebe vacina contra a rubéola no Posto de Saúde da Quadra 208 norte
Brasília - Luana Meireles Gomes recebe vacina contra a rubéola no Posto de Saúde da Quadra 208 norte
Curitiba - A coordenadora técnica do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, Marlene Tavares, faz um apelo aos 30 milhões de brasileiros que ainda não procuraram os postos de vacinação para se proteger contra a rubéola, que se conscientizem da importância de tomar a vacina. “Eles têm prazo até o dia 12 de setembro, quando se encerra a campanha de vacinação, mas o ideal é que não deixem para os últimos dias”, recomendou.

Ela disse que gostaria de se dirigir principalmente às mulheres brasileiras, pedir que elas levem seus maridos, filhos, parentes a um dos 70 mil postos de vacinação espalhados por todo o país, porque os homens estão mais resistentes. Marlene Tavares está em Foz do Iguaçu, onde participa hoje (30), juntamente com representantes dos Ministérios da Saúde da Argentina e do Paraguai, de uma mobilização articulada pela Organização Pan-americana de Saúde (Opas) para vacinar nas áreas de fronteira.

Segundo a coordenadora, as autoridades dos três países se uniram com a meta de imunizar 136.827 pessoas de 66 municípios localizados na fronteira. “Talvez esse número seja maior porque estamos tratando com populações flutuantes - que estão em constante trânsito entre o Brasil e os países vizinhos” – explicou. Para chamar a atenção da população, foi realizada uma carreata com a participação de autoridades, do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil e de representantes de movimentos sociais, que saiu da aduana na divisa com o Paraguai, atravessou o centro da cidade e foi até a aduana da fronteira com a Argentina. Segundo a coordenadora, durante a manifestação, várias pessoas tomaram a vacina nos postos que funcionam nas duas fronteiras.


 


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