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31 de Agosto de 2008 - 11h45 - Última modificação em 31 de Agosto de 2008 - 12h29


Feira do Livro de Brasília espera receber este ano cerca de 500 mil visitantes

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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José Cruz/ABr
Brasília - Pedro, João e André Braga visitam a 27ª Feira do Livro, levados pelos pais que buscam incentivar o hábito da leitura desde cedo
Brasília - Pedro, João e André Braga visitam a 27ª Feira do Livro, levados pelos pais que buscam incentivar o hábito da leitura desde cedo
Brasília - Cerca de 500 mil pessoas devem visitar a 27ª Feira do Livro, em Brasília. São cerca 400 mil títulos, além de apresentações musicais e teatrais, “contação de histórias”, palestras e miniconferências sobre temas de destaque deste ano – os 100 anos da morte do escritor Machado de Assis, 20 anos do falecimento do sindicalista e ambientalista Chico Mendes, entre outros assuntos. A feira começou no último dia 29 e vai até 7 de setembro.

O homenageado deste ano é o poeta Thiago de Melo, de 82 anos, representando a defesa da qualidade de vida dos povos da floresta amazônica, segundo o produtor executivo da feira, Thelmo Martins.

“A proposta é fazer com que as pessoas tenham acesso ao livro, ao leitor, ao autor. A idéia é democratizar o acesso à cultura, aproximando a linguagem literária das demais linguagens artísticas como a música e o teatro”, disse Martins.

De acordo com ele, a vendas de livros crescem em cerca de 10% a cada ano de realização do evento. Neste ano, são 106 expositores. Segundo Martins, o evento pretende aumentar o número de leitores e não ter apenas uma perspectiva comercial. “Todas as atividades são gratuitas. A idéia é levar o público a conhecer autores como Ziraldo, por exemplo”, disse.

O servidor público Ricardo de João Braga, 34 anos, visitou a Feira do Livro com a mulher, os filhos e amigos. Para ele, visitar a feira é uma forma de estimular os filhos a ler. “É importante que essa criançada tenha mais oportunidade de cultura do que se teve antes. É isso que forma realmente o país, são as pessoas, como diria Monteiro Lobato”, afirmou. Ele reclamou, no entanto, da mudança no horário da programação de contação de histórias, que seria realizada com uma hora de atraso.


 


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