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2 de Setembro de 2008 - 20h14 -
Última modificação
em 2 de Setembro de 2008 - 20h21
General diz que única tecnologia eficaz contra grampo é "não abrir a boca"
Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil
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Wilson Dias/ABr
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Brasília - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Jorge Armando Félix, presta depoimento à CPI dos grampos da Câmara. Ele disse confiar em Paulo Lacerda, afastado do comando da Abin após a denúncia de escuta ilegal no gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal
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Brasília - “Tecnologia
antigrampo só tem uma eficaz: não abrir a boca”,
disse o general Jorge Armando Félix, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência República
durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas, na Câmara
dos Deputados.
O general disse que “é
muito difícil ter absoluta certeza de que não estamos
sendo monitorados, principalmente, pelo meio mais vulnerável
que é o telefone celular”.
O depoimento do general teve início na tarde de hoje (2) e já dura mais de quatro horas. Ele já estava convocado para depor na CPI, mas sua
ida foi antecipada depois de denúncias de escutas clandestinas que
teriam sido realizadas pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) - subordinada ao GSI - e que atingiram o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF),
Gilmar Mendes.
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