Skip to content. Skip to navigation

A empresa    O Jornalismo    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
4 de Setembro de 2008 - 14h36 - Última modificação em 4 de Setembro de 2008 - 14h36


Temporão defende interrupção da gravidez de anencéfalo

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito
Elza Fiúza/ABr
Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, partipa do terceiro dia da audiência pública que discute a possibilidade de interrupção da gestação de fetos anencéfalos
Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, partipa do terceiro dia da audiência pública que discute a possibilidade de interrupção da gestação de fetos anencéfalos
Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, reafirmou hoje (4) posição favorável à interrupção da gestação em casos de anencefalia, caso a mãe opte pela medida. Ao participar de audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema, ele avaliou que a tarefa de defender a saúde depende de um processo democrático e que a maioria dos países democráticos no mundo já autorizou a antecipação do parto de fetos anencéfalos.


“Apóio a tese que sustenta a diversidade de escolha de cada mulher para lidar com a condição descrita. Condição que esse tribunal tem a oportunidade histórica de proteger”, afirmou o ministro.

Temporão assegurou que o diagnóstico da má-formação fetal em casos de anencefalia é “absolutamente seguro”, que a doença é fatal em 100% dos casos e que a continuidade da gestação após o diagnóstico aumenta os riscos para a saúde da mãe em um percentual maior quando comparado à uma gravidez normal.

Para o ministro, as escolhas morais envolvidas na interrupção da gestação de um anencéfalo não são as mesmas envolvidas na interrupção da gestação de um feto viável e, portanto, a antecipação do parto quando diagnosticada a anencefalia não deve ser tratada como aborto.

“São absolutamente distintas. A anencefalia é uma situação limite, absolutamente singular, onde a mulher vive uma contradição brutal e cruel de saber que carrega em seu corpo uma vida que não terá continuidade, que inevitavelmente falecerá logo após o nascimento”, disse.



 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina