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Rio de Janeiro - O Tribunal Regional Federal da 2ª Região
decidiu que não irá apreciar a denúncia da
Operação Segurança Pública S/A, que
resultou na prisão do ex-deputado Álvaro Lins e de
outras sete pessoas.
De
acordo com a assessoria de imprensa do TRF, a juíza
Márcia Helena Nunes havia definido, anteriormente, que
competia ao tribunal, de segunda instância, julgar o caso por
entender que um dos presos, o vereador de Barra Mansa, Francis Bullos
(PRP), sogro de Lins, teria direito a foro privilegiado.
No
entanto, o plenário compreendeu que a lei não garante
esse privilégio ao político, que também está
preso. Com isso, o caso voltará para a 4ª Vara Federal
Criminal do Rio de Janeiro.
A
Operação Segurança Pública S/A, da
Polícia Federal, foi desencadeada em maio deste ano. As
investigações teriam apontado a ligação
do grupo, supostamente liderado por Álvaro Lins, com a máfia
dos caça-níqueis.
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