Skip to content. Skip to navigation

A empresa    Fale Conosco    Trabalhe Aqui    Contas
BUSCA:     Ok  
 
Notícias Grandes Reportagens Coberturas Temáticas Banco de Imagens Multimídia Todos os Assuntos Canal do Leitor
 
19 de Setembro de 2008 - 18h28 - Última modificação em 19 de Setembro de 2008 - 19h22


Ministro da Segurança Institucional voltará a depor na CPI dos grampos na quarta-feira

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

 
envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Brasília - Após o ministro da Defesa, Nelson Jobim, insistir que a Agência Brasileira de Inteligência  (Abin) pode possuir equipamentos com capacidade de realizar grampos e um laudo da Polícia Federal dizer o contrário, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Felix, a quem a Abin está subordinada, voltará a depor na CPI das Escutas Telefônicas Clandestinas da Câmara dos Deputados.

O presidente da CPI, deputado Marcelo Itagiba (PMDB), agendou o novo depoimento de Felix para a próxima quarta-feira (24), às 14h. Em seguida, no mesmo dia, a CPI deve ouvir o ex-agente do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI) Francisco Ambrósio Nascimento, que colaborou com a Operação Satiagraha da Polícia Federal e também é suspeito de ser um dos autores de grampo ilegal de conversa entre o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).

A CPIS ouvirá ainda o  sargento da Aeronáutica Idalberto Matias de Araújo, que teria  indicado Ambrósio para a Operação Satiagraha,  e o policial militar Jairo Martins, também acusado de envolimento no grampo da conversa entre Mendes e Torres. 

Em seu primeiro depoimento à CPI, no último dia 2, o ministro do GSI negou que a Abin tenha realizado, em caráter institucional, qualquer interceptação de telefonemas de ministros do STF, mas não descartou um possível envolvimento de servidores do órgão em grampos ilegais, sem consentimento de superiores.

Sobre a posse de equipamentos aptos a fazer escutas, Felix se limitou a dizer que perícias solicitadas pelo governo indicariam se isto era ou não uma realidade.




 


O conteúdo deste site é publicado sob uma Licença Creative Commons Atribuição 2.5. Brasil.

Expediente      Fale com a redação

Agencias Parceiras

  
Portugal  Argentina