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Brasília - O terceiro sargento do
Serviço de Inteligência da Aeronáutica Idalberto
Martins de Araújo disse hoje (24) na Comissão
Parlamentar Inquérito das Escutas Telefônicas
Clandestinas da Câmara, que foi ele quem apresentou o ex-agende
do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI)
Francisco Ambrósio Nascimento ao delegado da Polícia
Federal Protógenes Queiroz.
Segundo ele, o delegado
o consultou se conhecia algum especialista na área de análise
de documentos para trabalhar em sua equipe na Operação
Satiagraha.
Idalberto informou que
junto com Protógenes Queiroz e o major Branco, subchefe da
Área de Operações da Aeronáutica,
reuniram-se num bar próximo ao edifício sede da Polícia
Federal para fechar a contratação do ex-agente do SNI,
que também participou da conversa.
Ainda de acordo com o
militar, poucos dias depois deste encontro Francisco Ambrósio
começou a trabalhar na equipe de Protógenes.
O sargento ressaltou
que sua iniciativa em indicar o ex-agente do SNI foi “uma ação
de amigos”. Ele acrescentou que, em nenhum momento, a Aeronáutica
participou institucionalmente do episódio.
“O Protógenes
pediu e nós atendemos. O contato foi informal”, afirmou.
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