



|
Brasília - Os analistas do mercado
financeiro reduziram de 6,23% para 6,14% a estimativa da inflação
medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo
(IPCA). Foi a nona semana consecutiva de projeção em
queda. Também caíram as projeções para o
Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna
(IGP-DI), de 9,77% para 9,74%, o Índice Geral de Preços
de Mercado (IGP-M), de 10,23% para 10,21%, e o Índice de
Preços ao Consumidor (IPC-Fip), de 6,43% para 6,42%.
A taxa básica de
juros, o principal instrumento de política monetária e
usada no controle da inflação, foi mantida pela sétima
semana consecutiva em 14,75% ao ano. O mercado continua apostando no
crescimento da economia e a última estimativa do Produto
Interno Bruto (PIB) é de 5,18% neste ano. Na semana passada, a
projeção foi de 5,17%.
Não houve
alteração na expectativa para a taxa de câmbio no
final de ano. que ficou em R$ 1,70 por dólar. O déficit
em conta corrente (um dos principais indicadores das contas
externas), porém, deve piorar na estimativa do mercado,
passando de US$ 27,85 bilhões para US$ 28,05 bilhões
com redução no saldo da balança comercial de US$
23,73 para US$ 23,70 bilhões.
O investimentos
estrangeiros diretos permaneceriam estáveis, situados em US$
35 bilhões. A projeção para a dívida
pública caiu de 40,51% para 40,50% do PIB e os preços
administrados seriam reduzidos de 3,71% para3,70%.
|
|