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30 de Setembro de 2008 - 20h42 - Última modificação em 30 de Setembro de 2008 - 20h42


Rio de Janeiro pode receber segunda unidade especializada da Força Nacional

Marco Antônio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

 
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Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Luziânia (GO) - Lançamento do Batalhão Especial de Pronto Emprego (Bepe), que fará parte da Força Nacional de Segurança Pública, como um novo setor especializado para atuar em situações de grave crise
Luziânia (GO) - Lançamento do Batalhão Especial de Pronto Emprego (Bepe), que fará parte da Força Nacional de Segurança Pública, como um novo setor especializado para atuar em situações de grave crise
Luziânia (GO) - O secretário nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri, informou hoje (30) que o Ministério da Justiça e o governo do estado do Rio de Janeiro negociam um acordo para a instalação de um batalhão especializado da Força Nacional de Segurança na capital fluminense.

A destinação do trabalho não seria, entretanto, a mesma do Batalhão Especial de Pronto Emprego (Bepe) lançado em Luziânia, que é a intervenção em situações de gravidade aguda.

“Há uma possibilidade de aquartelamento da Força também no Rio de janeiro. O secretário [de Segurança Pública do Rio, José Mariano] Beltrame já conseguiu um local. Pode ser, por exemplo, uma segunda unidade do Bepe, mas com feição diferenciada. Ela vai existir precisamente para dar apoio à polícia de proximidade no Rio”, explicou Balestreri.

Segundo o secretário, o policiamento de proximidade ou comunitário é o modelo ideal para os chamados crimes ordinários, como os assaltos, sequestros e estupros.

Em Goiás, ele disse que o governo federal vai bancar a instalação de 20 postos de polícia comunitária em municípios do Entorno do Distrito Federal - uma contrapartida à cessão do quartel do 10º Batalhão de Polícia Militar, em Luziânia, para o Bepe.

Balestreri ressaltou também que Força Nacional de Segurança não deve atuar de forma permanente nos territórios. “Nós não substituímos as polícias estaduais e não queremos federalizar a questão da segurança pública”, frisou.


 


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