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1 de Outubro de 2008 - 18h39 - Última modificação em 1 de Outubro de 2008 - 19h33


Terceiro Batalhão de Aviação do Exército será transferido para Campo Grande

Alex Rodrigues
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O Terceiro Batalhão de Aviação do Exército será transferido da cidade de Taubaté, em São Paulo, para Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, onde está instalado o Comando Militar do Oeste (CMO). A mudança faz parte do esforço anunciado ontem (30) pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, de fortalecer a vigilância na fronteira Oeste do Brasil.

O Terceiro Batalhão será construído ao lado do Aeroporto Internacional de Campo Grande, por sua localização estratégica. Até meados de 2009, seis helicópteros deverão ser transferidos para a capital sul-matogrossense. O batalhão deverá contar com 24 helicópteros.

Ontem, o ministro Nelson Jobim entregou ao CMO dois aviões de transporte, modelo Amazonas C-105. Cada uma das aeronaves tem capacidade para transportar 65 pessoas ou nove toneladas de carga. O ministro ainda anunciou que a unidade militar receberá outras duas aeronaves do mesmo tipo e novos aviões de ataque.

Com a mudança do Terceiro Batalhão para Campo Grande, Taubaté continuará sediando os Primeiro e Segundo batalhões do Comando de Aviação do Exército. O Quarto Batalhão funciona em Manaus.

Segundo o Ministério da Defesa, o Comando Militar do Oeste é responsável pela proteção de 2,3 mil quilômetros de fronteira com Bolívia e o Paraguai e uma área de 1,2 milhão de quilômetros quadrados, onde se encontra o Pantanal.

Hoje, ao participar do lançamento da pedra fundamental das futuras instalações da base operacional de helicópteros do Exército, o ministro reafirmou que a região Oeste é uma das prioridades do governo em relação à defesa nacional.

Segundo a assessoria da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, o Plano Nacional será apresentado ao Conselho Nacional de Defesa no próximo dia 20, durante reunião da qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá participar. O próprio presidente, após receber a proposta do plano, no último dia 9 de setembro, pediu a Jobim para marcar a reunião.



Reportagem ampliada.
 


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