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3 de Outubro de 2008 - 11h16 - Última modificação em 3 de Outubro de 2008 - 11h16


Agressividade de controladas pela Eletrobrás marca início de leilão da Aneel

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil

 
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Rio de Janeiro - A agressividade das empresas controladas pela Eletrobrás deu o tom no início de leilão de linhas de transmissão que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza hoje (3) na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Os três primeiros lotes, de um total de sete que serão leiloados, foram arrematados por empresas controladas pela Eletrobrás. Além do lote A, pelo qual a Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte) pagou R$ 6,029 milhões, com deságio de 30% em relação à Receita Anual Permitida (RAP) máxima de R$ 8,61 milhões, as controladas da Eletrobrás levaram os lotes B e C.

Pelo B, que engloba a subestação Miranda 2, no Maranhão, a Eletronorte pagou R$ 6,28 milhões, com deságio de 20% em relação à RAP.

O lote C foi arrematado por outra controlada pela Eletrobrás, Furnas Centrais Elétricas, que pagou R$ 6,83 milões pela linha de transmissão Bom Despacho 3-Ouro Preto 2, em Minas Gerais. A operação foi feita com um deságio de 38,7% em relação à RAP.

Até agora, o lote mais disputado foi o C, que recebeu ainda propostas de duas empresas espanholas e de uma terceira brasileira, com capital espanhol. Todas as três empresas propuseram Receita Anual Permitida superior a R$ 9 milhões.



 


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