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6 de Outubro de 2008 - 17h38 - Última modificação em 6 de Outubro de 2008 - 17h40


Professor espera disputa acirrada em Florianópolis e em Porto Alegre

Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - A disputa do segundo turno da eleição para prefeito promete ser acirrada em duas das três capitais de estados da Região Sul: Florianópolis e Porto Alegre. Na primeira, concorrem o atual prefeito Dário Berger, do PMDB, e o ex-governador e ex-prefeito Esperidião Amin, do PP. Na capital do Rio Grande do Sul, a disputa será entre o atual prefeito, José Fogaça, do PMDB, e a deputada Maria do Rosário, do PT. A capital paranaense, Curitiba, reelegeu Beto Richa, do PSDB, no primeiro turno.

O historiador Waldir José Rampinelli, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, considera bem possível que Berger se reeleja, pois tem a “máquina pública” a seu favor, mas afirma que não se pode desprezar Amin. “A disputa vai ser muito acirrada porque Amin tem duras e graves criticas contra Berger. As empresas dele, que são de prestação de serviços, uma delas de segurança e a outra faz asfalto, foram beneficiadas em sua gestão.”.

Em Porto Alegre, Rampinelli disse que o que vai pesar no segundo turno é o debate entre Fogaça e Maria do Rosário, que representam duas posições de esquerda. “Se tem duas posições de esquerda, que discutam um programa de esquerda, o que eles querem, onde um vai avançar mais que o outro”, explicou.

Na opinião do professor, um dos fatores que mais pesaram para a reeleição de Beto Richa em Curitiba, com 77,27% dos votos,  foi a tradição. “O pai dele [ex-governador e ex-senador José Richa, já falecido] lutou pela redemocratização no país, e tem um nome no Paraná. Também imagino que ele fez um bom governo e, ao fazê-lo, ganhou e ganhou muito bem”, afirmou Rampinelli.



 


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