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Brasília - O sub-relator de infra-estrutura da Comissão Mista de Orçamento,
deputado Carlito Merss (PT-SC), disse hoje (8) que a
decisão do governo em não aceitar cortes nos recursos
para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento
(PAC) e para a área social é uma forma de minimizar os
efeitos da crise econômica mundial.
Ele ressaltou que a
decisão comunicada ontem (7) pelo ministro do Planejamento,
Paulo Bernardo, aos deputados e senadores da comissão garante
a continuidade das obras e o seu poder de gerar renda, emprego e de
movimentar a economia.
O deputado vai
recomendar em seu relatório R$ 21 bilhões de
investimentos para as obras do PAC em 2009.
“Se esses
investimentos não estivessem sendo feitos no país, se
não tivéssemos as obras do PAC, o Brasil poderia não
suportar essa crise, já teríamos quebrado”, disse.
Merss acredita que o
governo vai precisar rever os parâmetros para a composição
do Orçamento do próximo ano.
“A última
semana já foi suficiente para dar uma paulada na economia. É
melhor que o governo reveja a perspectiva de receita para que não
sejamos surpreendidos”, defendeu.
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