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Brasília - O ministro da Educação,
Fernando Haddad, afirmou hoje (3) estar confiante em uma posição
favorável do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação
à lei do piso nacional do magistério. Alguns
governadores entraram com uma Ação Direta de
Inconstitucionalidade (Adin) no STF questionando a
constitucionalidade da lei.
Haddad argumentou que, no
texto que criou o Fundo Nacional de Manutenção e
Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação
(Fundeb), em 2006, já havia a previsão para a
instituição de um piso nacional para os professores.
“Eu entendo que essa Adin não deva prosperar porque foi
feita uma mudança na Constituição prevendo o
piso. Então se foi feita uma emenda constitucional, não há
porque julgar inconstitucional uma lei que regulamenta esse
dispositivo”, alegou.
Ao contrário dos
membros da Frente Parlamentar que estão realizando audiências
com os ministros do Supremo para “sensibilizá-los” sobre a
questão, o ministro afirmou que nem ele nem o ministério
pretendem realizar algo do gênero.
“O que o MEC está
fazendo é oferecer subsídios técnicos para o
julgamento dos ministros. Estamos acompanhando de perto e a nossa
assessoria jurídica está municiando os ministros com os
subsídios necessários para um bom julgamento, mas
estamos confiantes na vitória”, afirmou o ministro Fernando Haddad.
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