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Brasília - As
novas projeções para o Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) divulgadas hoje (4), que estimam acréscimo
de R$ 142 bilhões e elevam para R$ 646 bilhões as
expectativas de recursos para as obras até o ano que vem,
atendem a mais 5.800 quilômetros na duplicação e
construção de rodovias, com um custo de R$ 24,7
bilhões.
Entre as obras previstas está a duplicação
do trecho entre Eldorado do Sul e Pelotas, no Rio Grande do Sul. Já as concessões
chegam a 3.663 quilômetros. Só no trecho da BR-101 que
vai da divisa entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo até
Salvador, os investimentos serão de R$ 5,1 bilhões. Na
BR-116, no trecho que vai da divisa entre a Bahia e Minas Gerais até
o Rio de Janeiro, o PAC estima gastos da ordem de R$ 3,6 bilhões.
Para
ferrovias, serão 3.543 quilômetros, com custo orçado
em R$ 35,3 bilhões. A estimativa é de R$ 5,2 bilhões
para o trecho Sul da Ferrovia Norte-Sul, entre Palmas (TO) e Estrela
do Oeste (SP) e de R$ 11 bilhões para o trem de alta
velocidade (Rio-São Paulo-Campinas).
Entre
os portos, as obras foram orçadas em R$ 787 milhões.
Estão incluídas obras do Porto de Vila do Conde de
Belém , com a ampliação do píer e estudos
para construção do Terminal de Múltiplo Uso, com
custos previstos de R$ 116 milhões. No caso do Porto de Areia
Branca, no Rio Grande do Norte, está prevista a ampliação
do Terminal Salineiro, com custo de R$ 155 milhões. Para o
Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, estimam-se gastos de R$ 84
milhões para modernização do cais do novo porto.
No
caso das hidrovias, serão R4 244 milhões, dos quais R$
140 milhões para Tocantins. Os aeroportos vão receber
R$ 753 milhões, sendo que Viracopos (SP) ficará com R$
161 milhões. Foram anunciadas ainda R$ 11,9 bilhões
para a Marinha Mercante.
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