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23 de Junho de 2009 - 12h49 -
Última modificação
em 23 de Junho de 2009 - 16h18
Ônibus e embarcações devem se adaptar até 2013 para assegurar acessibilidade
Da Agência Brasil
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Elza Fiuza/ABr
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Brasília - Portadores de deficiência têm dificuldade de subir em ônibus. Hoje, o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) apresentou as normas para adaptar e fabricar ônibus que garantam o acesso de pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida, como idosos, gestantes e obesos
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Brasília - Os setores de
transportes rodoviário e aquaviário têm até 2013 para adaptar
seus veículos às pessoas portadoras de deficiência física,
oferecendo mais conforto e segurança para elas. A nova
regulamentação atende às medidas propostas no decreto que
estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida.
Criadas pelo Instituto
Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial
(Inmetro) em conjunto com a Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT), as normas foram lançadas na manhã de hoje (23)
durante o 1º Seminário de Acessibilidade nos Transportes Coletivos
Rodoviários e Aquaviários, em Brasília.
Os ônibus urbanos
fabricados a partir de 1996 devem estar adaptados até julho de 2009.
Para os ônibus interestaduais o prazo para adequação vai até
junho de 2010. As embarcações podem ser adaptadas até janeiro de
2013. Para os meios de transportes novos o tempo limite de adaptação
é até 2011.
A nova regulamentação
obriga os veículos novos e usados a terem assentos preferenciais
para portadoras de deficiência física, idosos, obesos e pessoas de
baixa estatura. Além disso, deve haver rampas e elevadores para
cadeirantes. Para os os portadores de deficiência visual, os veículo
deverão ter espaços liberados ao lado dos assentos para os
cães-guia.
De acordo com o Censo
de 2000 do IBGE, 24,5 milhões de pessoas têm algum tipo de
deficiência, representando 14,5% da população brasileira. Para o
diretor de Qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, a criação da das
novas normas é um avanço para o país. “O Brasil tem propiciado
condições de mobilidade para um número enorme de cidadãos com
dificuldades de mobilidade.”
Edição: João Carlos Rodrigues
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