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Rio de Janeiro - Os casos de influenza A (H1N1) - gripe suína continuam a aumentar em todo o país. Até ontem (3), segundo o Ministério da Saúde, havia 753 ocorrências em todo o Brasil. No Rio de Janeiro, foram registrados mais dois casos e total de pessoas atingidas subiu para 83. A doença é transmitida pelo vírus Influenza H1N1 pelo ar, por objetos contaminados ou pelo contato direto com pessoas infectadas. Para a médica pediatra Flávia de Araújo, a doença não deve provocar pânico generalizado, apesar de altamente contagiosa, porque é tão perigosa quanto uma gripe comum, que só mata se não for bem tratada. Segundo ela, que tem entre seus pacientes estudantes da Escola Parque da Barra da Tijuca, onde dois casos recentes provocaram a suspensão das aulas em três turmas, a melhor tática contra a doença é manter a saúde sempre em dia. As pessoas, diz Flávia, devem estar fortes para resistir bem ao ataque do vírus. “É importante se preocupar com uma alimentação saudável, com muitas frutas, carnes, legumes e vegetais. A atividade física também é fundamental, pois evita o estresse e ajuda a reforçar o sistema imunológico. Dormir bem, pelo menos sete ou oito horas por noite, igualmente é um reforço à saúde”, receita a pediatra. A maior parte dos casos de gripe suína no Brasil é de pessoas que viajaram para países com muitos registros da doença, como Argentina, Estados Unidos e Chile. Mas é cada vez maior o número de doentes que contraíram o vírus no próprio país por meio de amigos, colegas ou parentes. Os sintomas são parecidos com os de uma gripe comum, como febre e dor de cabeça e no corpo. A doença é mais perigosa em crianças, mulheres grávidas, idosos e pessoas com a imunidade baixa. Em caso de suspeita, é preciso procurar atendimento médico imediatamente em unidades de saúde públicas ou particulares.
* notícia alterada para correção de informações//Edição: João Carlos Rodrigues
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